domingo, 21 de junho de 2009

Dopamina

            Dopamina,uma catecolamina precursora noradrenalina e adrenalina, é um neurotransmissor produzido no sistema nervoso central (substancia negra e área tegumentar ventral-VTA) e na medula das glândulas adrenais, sendo também liberada pelo hipotálamo como uma neurohormônio, que tem importante função no cérebro, assim como esta relacionado: ao comportamento e à cognição, à sensação de motivação e “recompensa” (estudos apontam que existe uma liberação de dopamina quando há uma recompensa por um evento anormal) , ao sono, ao humor, à atenção, ao aprendizado, à inibição da produção de prolactina, ao controle do vômito, à dor (existem relações entre o nível de dopamina e a sensação de dor). Atua como neurotransmissor na ativação dos receptores de dopamina (D1, D2, D3, D4 e D5) sendo que sua inativação é feita por recaptacão neuronal (Reabsorção do neurotransmissor por proteínas de membrana) e conseqüente quebra enzimática (catecol-O-metil transferase e monoamina oxidase).

            Neurônios dopaminérgicos, do sistema neurotransmissor, originários da substancia negra e VTA, projetam seus axônios para partes do cérebro por 4 grandes sistemas: mesocortical, mesolímbico, nigrostriatal e tuberoinfundibular.

           Deficiências na produção, hiper ou hipo, de insulina estão relacionados a distúrbios metabólicos, entre eles estão: doença de Parkinson (Controle motor),  transtorno do déficit de atenção com hiperatividade, esquizofrenia (aumento da atividade dopaminica no sistema mesolímbico), psicose.

            Com o objetivo de tratar doenças relacionadas a falta desse neurotransmissor poderia se pensar em injetar dopamina na veia do paciente, porém aumento da pressão arterial e do batimento cardíaco, podendo levar ao infarto do miocárdio, são conseqüências que atrapalham este método. Além disso existe o fato que, provavelmente ainda mais importante, a dopamina não é capaz de ultrapassar a barreira hematoencefálica, mas para isso pode-se injetar L-DOPA (levodopa) no seu lugar, graças ao fato de ela ser precursora da dopamina. No caso contrário a este (alta produção) são usados medicamentos capazes de inibir a produção do neurotransmissor ou que bloqueiam os receptores dele.


Referências Bibliográficas:

http://www.encyclopedia.com/topic/dopamine.aspx

http://www.dq.fct.unl.pt/cadeiras/qpn1/proj/dopamina/funcionalidades/inicial-func.htm

http://www.ufpe.br/ufhc/dopamina.htm


Postado por: Thiago Henrique de Moraes Modesto e

Carolina da Silveira Alves.

 

Um comentário:

  1. super educativo, os alunos soberam abordar o tema,explicando de forma q os leitores saibam enterpretar.parabéns

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